Quando me dói
A noite de solidão
Ardente, penso no sol
Frio que me arrefece manhãs
De amor e aconchego.
Rendo-me à vastidão
Vazia e sedenta
Que me segreda
Ao ouvido, em surdina,
Amo-te de Morte
Meu coração louco
Domingo, 3 de Janeiro de 2010
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